Não sei o que pensar de você
Apenas sei que te quero perto.
Tento te compreender através das minhas táticas
quero ouvir palavras verdadeiras no meio de tantos pensamentos.
Quero saber se você realmente me quer,
quero sentir essa vontade em suas frases,
fecho os olhos para ouvir sua voz,
rio do seu ciúme incontrolável
Desisti da minha mascara de infalível,
só assim chegarei cada vez mais perto,
ser o seu coração,
estar dentro dele não basta.
Queremos um ao outro mais que tudo,
o mundo em volta nos atrapalha,
feche seu olhos, segure minha mão,
não importa a direção, apenas venha.
Assuma que gosta de mim,
leia essas palavras e chore.
Tenho sua promessa em silêncio,
a vontade de ficar comigo.
Será isso tudo uma ilusão? me responda você...
sábado, novembro 25, 2006
segunda-feira, novembro 13, 2006
Apenas falando do medo.
Sempre olhando para os outros,
imaginando como seriam suas vidas,
criando todas suas felicidades,
produzindo suas mentiras e verdades,
imaginando, quem sabe,
estar a cuidar somente da sua vida.
Observando tudo,
vê a maioria dos teus defeitos,
enxerga ora torto, ora direito,
para que de tanto olhar, um dia,
invente também meus gostos, minhas inquietudes,
diz que isso é seu direito,
julga alguém pelo seu terço,
sente-se alegre, sente-se viva.
Nessas linhas ridículas,
não falo de invenção, nem criatividade,
falo somente da maldade,
que o ciúmes se vicia,
se finge de amor, perda do palpável,
dizem inevitável, é o que seria?
Escraviza a alma procurando indícios criminosos
"Esse é o cuidado que tenho com você": desculpa perfeita.
Será tudo uma ilusão? Sim, eu sei.
imaginando como seriam suas vidas,
criando todas suas felicidades,
produzindo suas mentiras e verdades,
imaginando, quem sabe,
estar a cuidar somente da sua vida.
Observando tudo,
vê a maioria dos teus defeitos,
enxerga ora torto, ora direito,
para que de tanto olhar, um dia,
invente também meus gostos, minhas inquietudes,
diz que isso é seu direito,
julga alguém pelo seu terço,
sente-se alegre, sente-se viva.
Nessas linhas ridículas,
não falo de invenção, nem criatividade,
falo somente da maldade,
que o ciúmes se vicia,
se finge de amor, perda do palpável,
dizem inevitável, é o que seria?
Escraviza a alma procurando indícios criminosos
"Esse é o cuidado que tenho com você": desculpa perfeita.
Será tudo uma ilusão? Sim, eu sei.
quinta-feira, outubro 26, 2006
Vontade
Te pedi para fechar os olhos,
se concentre em minha voz,
sussuro ao seu ouvido,
minha vontade já não é mais segredo.
Sinto o perfume do teu pescoço,
hálito quente em sua nuca,
arrepio inesperado,
mordida inesperada.
Saboreio tua carne,
até você sentir uma leve dor,
vou até o meio de suas costas,
encosto minha língua carinhosamente.
Arrepio inesperado.
Sigo com minha língua para cima,
hálito quente em sua orelha,
agora, um elogio bem descarado.
Seu sorriso safado,
sua excitação evidente,
seu corpo tão quente,
me fez querer teu seio farto.
Não queria toca-lo, de fato,
apenas que sentisse a ponta da minha língua,
que ficasse em sua imaginação infinita,
a minha ação de como beija-lo.
Olha para meu rosto sorrindo,
olho o seu quase pedindo,
obedeço e beijo teu umbigo,
mordo com força dessa vez,
mas, já não surte efeito,
tento curar a dor com um beijo,
ouço um gemido abafado,
outro gemido abafado.
Olha para meu rosto sorrindo,
olho o seu quase pedindo,
obedeço e levanto sua saia,
beijo tua perna vagarosamente,
mordo ainda lentamente,
como de súbito tiro sua calcinha,
sem pressa, beijo onde te dar mais prazer
Agora, descontrolada, arranca minha roupa...
Ilusão? eu sei...
se concentre em minha voz,
sussuro ao seu ouvido,
minha vontade já não é mais segredo.
Sinto o perfume do teu pescoço,
hálito quente em sua nuca,
arrepio inesperado,
mordida inesperada.
Saboreio tua carne,
até você sentir uma leve dor,
vou até o meio de suas costas,
encosto minha língua carinhosamente.
Arrepio inesperado.
Sigo com minha língua para cima,
hálito quente em sua orelha,
agora, um elogio bem descarado.
Seu sorriso safado,
sua excitação evidente,
seu corpo tão quente,
me fez querer teu seio farto.
Não queria toca-lo, de fato,
apenas que sentisse a ponta da minha língua,
que ficasse em sua imaginação infinita,
a minha ação de como beija-lo.
Olha para meu rosto sorrindo,
olho o seu quase pedindo,
obedeço e beijo teu umbigo,
mordo com força dessa vez,
mas, já não surte efeito,
tento curar a dor com um beijo,
ouço um gemido abafado,
outro gemido abafado.
Olha para meu rosto sorrindo,
olho o seu quase pedindo,
obedeço e levanto sua saia,
beijo tua perna vagarosamente,
mordo ainda lentamente,
como de súbito tiro sua calcinha,
sem pressa, beijo onde te dar mais prazer
Agora, descontrolada, arranca minha roupa...
Ilusão? eu sei...
domingo, outubro 15, 2006
A escritora.
É possível alguém,
Se apaixonar por ninguém
e ao mesmo tempo ter todo o amor que queria?
Ver um ser apenas pela palavras,
dançar com ela todas as valsas
e mesmo assim nunca ter a olhado nos olhos?
Imaginar momentos eternos,
debates complexos,
decupar sua alma,
vencer seus medos,
nunca, talvez, sentir seu cheiro.
Dificil imaginar,
um personagem, amar por amar,
por mais verdadeias palavras,
ainda assim um personagem.
No momento de cada correção,
no momento de cada substituição de termos.
Será sempre uma persona.
Então prefiro o escritor.
É vida, sua palavra.
Sua forma de escrever,
arrumação semântica, para um sentido próprio,
querer passar, nós apreender.
Há técnica em sua cosntituição.
Não passa também de um personagem.
Entaum escolho a pessoa.
Quem ri e chora.
Quem escolhe ficar horas com uma caneta, pena, teclado.
Que escolhe se tornar escritor,
que no momento seguinte, por humildade ou grandioso ego,
se torna personagem.
Será então o personagem uma pessoa,
o escritor a verdadeira farsa,
meu amor de fato é verdadeiro,
agora estou amando alguém?
Não.
Ainda não amo.
Não sinto seu cheiro.
ilusão? sim, eu sei...
Se apaixonar por ninguém
e ao mesmo tempo ter todo o amor que queria?
Ver um ser apenas pela palavras,
dançar com ela todas as valsas
e mesmo assim nunca ter a olhado nos olhos?
Imaginar momentos eternos,
debates complexos,
decupar sua alma,
vencer seus medos,
nunca, talvez, sentir seu cheiro.
Dificil imaginar,
um personagem, amar por amar,
por mais verdadeias palavras,
ainda assim um personagem.
No momento de cada correção,
no momento de cada substituição de termos.
Será sempre uma persona.
Então prefiro o escritor.
É vida, sua palavra.
Sua forma de escrever,
arrumação semântica, para um sentido próprio,
querer passar, nós apreender.
Há técnica em sua cosntituição.
Não passa também de um personagem.
Entaum escolho a pessoa.
Quem ri e chora.
Quem escolhe ficar horas com uma caneta, pena, teclado.
Que escolhe se tornar escritor,
que no momento seguinte, por humildade ou grandioso ego,
se torna personagem.
Será então o personagem uma pessoa,
o escritor a verdadeira farsa,
meu amor de fato é verdadeiro,
agora estou amando alguém?
Não.
Ainda não amo.
Não sinto seu cheiro.
ilusão? sim, eu sei...
sexta-feira, outubro 06, 2006
Acontece um dia...com todos.
Lembro de todas as coisas que você me disse,
Lembro dos momentos que me fez feliz,
lembro de ontem, quando tentou me fazer chorar,
lembro do dia que me fez ausentar.
lembro da vez que me fez prometer amor,
lembro do momento que a paixão acabou,
me lembro de tudo que envolve você,
sim, você.
Me lembro também que abdiquei dos meus amigos,
me lembro também dos momentos que me deixou triste,
me lembro também, de anteontem, quando tentou, pela primeira vez, terminar,
me lembro do dia que me fez por você em primeiro lugar,
me lembro de tudo que fiz por amor,
me lembro também da traição que me praticou,
me lembro também que esqueci de mim,
sim, de mim.
Agora vivo sozinho.
Deixei de ser romântico,
meus sonhos todos foram frustados,
me finjo de homem comum.
O lirismo em meus poemas sumiu,
o mesmo destino teve as minhas rimas,
meus textos não tem mais profundidade,
me apeguei ao materialismo.
Hoje quase não tenho identidade,
apenas uma mascara que me protege do mundo,
as vezes ela é cordial e sorridente,
as vezes é grosseira e áspera.
Juro perante Deus que nunca quis me entregar ao verdadeiro amor,
mentira, pura mentira.
Sempre quis ter um verdadeiro amor.
sempre quis que ela cheirasse como a flor,
sempre quis que ela povoasse os meus sonhos,
sempre quis que ela flutuasse sobre esse chão imundo.
Chão imundo:
denominado carinhosamente de realidade,
vivo para todos aqueles que não sonham,
imperativo para quem não é romântico.
Será tudo isso uma ilusão? sim, eu sei...
Lembro dos momentos que me fez feliz,
lembro de ontem, quando tentou me fazer chorar,
lembro do dia que me fez ausentar.
lembro da vez que me fez prometer amor,
lembro do momento que a paixão acabou,
me lembro de tudo que envolve você,
sim, você.
Me lembro também que abdiquei dos meus amigos,
me lembro também dos momentos que me deixou triste,
me lembro também, de anteontem, quando tentou, pela primeira vez, terminar,
me lembro do dia que me fez por você em primeiro lugar,
me lembro de tudo que fiz por amor,
me lembro também da traição que me praticou,
me lembro também que esqueci de mim,
sim, de mim.
Agora vivo sozinho.
Deixei de ser romântico,
meus sonhos todos foram frustados,
me finjo de homem comum.
O lirismo em meus poemas sumiu,
o mesmo destino teve as minhas rimas,
meus textos não tem mais profundidade,
me apeguei ao materialismo.
Hoje quase não tenho identidade,
apenas uma mascara que me protege do mundo,
as vezes ela é cordial e sorridente,
as vezes é grosseira e áspera.
Juro perante Deus que nunca quis me entregar ao verdadeiro amor,
mentira, pura mentira.
Sempre quis ter um verdadeiro amor.
sempre quis que ela cheirasse como a flor,
sempre quis que ela povoasse os meus sonhos,
sempre quis que ela flutuasse sobre esse chão imundo.
Chão imundo:
denominado carinhosamente de realidade,
vivo para todos aqueles que não sonham,
imperativo para quem não é romântico.
Será tudo isso uma ilusão? sim, eu sei...
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